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domingo, janeiro 10, 2021

Polícia prende suspeitos de assassinar jornalista a pauladas em GO

Eduardo Ramos Jordão, 77 anos, foi encontrado morto dentro da própria chácara, em Abadia de Goiás. Segundo as investigações, a dupla que cometeu o latrocínio conhecia e frequentava a casa da vítima
(crédito: reprodução )

Um homem de 35 anos foi preso, nesta sexta-feira (8/1), pela Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO), suspeito de matar, a pauladas, o jornalista Eduardo Ramos Jordão, 77.

Um adolescente de 17 anos foi apreendido. O comunicador foi encontrado morto, em 28 de dezembro de 2020, na chácara dele em Abadia de Goiás, região metropolitana de Goiânia, distante cerca de 224km de Brasília. 
O crime é apurado pela PCGO como latrocínio (roubo seguido de morte). Após ser morto, os criminosos levaram o carro e um aparelho de som da vítima.

Ao longo das investigações, policiais constataram que o adolescente e o maior de idade conheciam e frequentavam a casa da vítima. Segundo o delegado à frente das investigações, Arthur Fleury, o adolescente, apreendido em Abadia de Goiás, confessou ter executado o jornalista para roubá-lo. Em depoimento, ele chegou a dar detalhes de como praticou a violência.

Já o homem, preso em Aparecida de Goiânia, negou a participação no crime. No entanto, com ele, os investigadores encontraram alguns objetos pessoais da vítima. O delegado afirmou que a real participação dele no latrocínio ainda é investigada.

Do Correio Braziliense
DD- POr Darcianne Diogo

segunda-feira, dezembro 21, 2020

Abadia de Goiás: Grávida é presa com 12kg de maconha em mochila na BR-060, em Abadia

Flagrante aconteceu em Abadia de Goiás, na região metropolitana de Goiânia, no último sábado
12kg de maconha transportados pela mulher (Foto: Reprodução PRF)

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) flagrou uma jovem de 25 anos, grávida de quatro meses, com 12kg de maconha em um ônibus de viagem na tarde do último sábado (19), na BR-060, em Abadia de Goiás. Abadia fica na região metropolitana de Goiânia.

Os agentes pararam o ônibus, que fazia o itinerário Cuiabá a Goiânia, para realizar uma fiscalização de rotina, quando abordaram a mulher. Segundo a PRF, a jovem chamou a atenção dos policiais pelo nervosismo e por causa das informações desencontradas que prestava.

A mulher transportava três mochilas no bagageiro e, quando os policiais verificaram os pertences, localizaram 12kg de maconha, em forma de tabletes, dentro das mochilas. A droga seria levada para o município de Balsas, no interior do Maranhão.

A jovem disse à polícia que pegou a droga no interior do Mato Grosso e que a levaria ao Maranhão em troca de dinheiro. A droga está avaliada em R$12 mil. A gestante foi levada para a Polícia Civil e pode ser indiciada pelo crime de tráfico de drogas.

Confira vídeo do momento em que a droga foi localizada em uma das mochilas:
Por: Larissa Feitosa Do Mais Goiás

sábado, dezembro 12, 2020

Mulher é presa em Abadia de Goiás depois de matar o marido a tiros

Crime ocorreu depois de discussão do casal. Ela foi presa com duas armas de fogo
Uma mulher foi presa na noite desta quinta-feira (3) em Abadia de Goiás depois de matar o marido. De acordo com a Polícia Militar, a corporação foi informada sobre o ocorrido e foram até o Parque São Dimas. Lá constataram que o casal discutia quando a mulher atirou no marido. Ele morreu no local.

Foram realizadas diligências e os militares conseguiram localizar e prender a mulher, suspeita do crime. Com ela, foram apreendidas duas armas de fogo, sendo uma pistola calibre 380, com 03 carregadores e 38 munições intactas, e um revólver calibre 38, com 05 munições intactas e uma delas teria sido utilizada para matar o marido.

A mulher foi levada para a delegacia e foi presa em flagrante.

Fonte: Jornal O Popular-GO

sábado, maio 30, 2020

Paraplégico com câncer em estado terminal é hostilizado em hospital com a presença da polícia em São Paulo

Por Jennifer da Silva
O Dr. Anselmo Ferreira Melo Costa protocolou queixa crime contra funcionários do Hospital da Unimed em Guarulhos, na Grande São Paulo, onde paciente foi hostilizado e submetido a humilhações após terem chamado até polícia para o mesmo.

Paraplégico e com câncer, Jheison da Silva Feliciano ganhou na justiça o direito a ter realizado o seu tratamento no hospital da Unimed em Guarulhos, São Paulo. No entanto, além do hospital não ter respeitado a ordem judicial, o paciente cadeirante e em tratamento do câncer acabou sendo humilhado na unidade com uso de força policial, causando grande constrangimento público e confusão.

O advogado e consultor jurídico, Dr. Anselmo Ferreira Melo Costa, sensibilizado com a situação de Jheison, protocolou queixa crime contra o hospital: “é um absurdo toda a cena que fizeram, tratando o paciente de forma negligente e desumana, sem nenhuma dignidade ou profissionalismo da parte dos enfermeiros e da equipe médica. Uma vergonha. E a pergunta é quem tem o dever de ter paciência e saber lidar com a situação? o paraplégico com câncer e problemas psicológicos ou uma enfermeira profissional em plena saúde que jurou sob um código de ética?", refere o advogado.

Entenda o caso

Segundo relatou o advogado através de áudios e vídeos enviado pela família do paciente, Jheison foi submetido no hospital da Unimed a diversos maus tratos e privações de comida e cuidados básicos: “por volta das 8h da manhã, a equipe técnica do hospital UNIMED, onde o querelante se encontra internado, em atitude abusiva e humilhante, sem que houvesse prévia comunicação alguma para o querelante ou para sua representante legal, efetuou a retirada de alguns alimentos autorizados pela nutricionista da unidade que se encontravam no interior de sua geladeira de quarto para seu consumo. Como se não bastasse, relata o querelante que permaneceu por horas sem alimento e sem ser notificado a ele o motivo do jejum. Isto causou a revolta do paciente, que protestou veementemente, elevando a voz até ser ouvido. A equipe de enfermeiros não foi profissional e não soube lidar com a situação, e precisaram chamar a polícia até a unidade, tratando o querelante como se fosse um criminoso. Chamar a polícia para um cadeirante e em tratamento de câncer é algo desumano e desproporcional”, ressalta o Dr. Anselmo Ferreira Melo Costa.

Home Care

Depois de todo o imbróglio na unidade da UNIMED, o paciente implorou que seu familiar o levasse para casa, onde deveria receber cuidados por parte do hospital em Home care. Contudo, isto também não foi atendido: “o querelante necessita periodicamente de cuidados essenciais, pois é acometido de tumores expostos que sangram a todo o momento, fora as dores constantes. Agora o hospital também não arca com a sua obrigação de realizar o Home Care de forma humana e profissional. Em atitude desrespeitosa, a equipe técnica de enfermagem deixou de cumprir a tão honrosa profissão que é “zelar e cuidar do bem estar do paciente”.

Provas documentais

O advogado relata por meio de áudios, vídeos do paciente e outras provas materiais que foram anexadas ao processo e são contundentes: "com provocações sem precedentes, como consta nos vídeos em anexo ao processo, agravam ainda mais o estado crítico do paciente, pois, por várias vezes em que ele, de forma a suplicar para que não tivesse seu pertences retirados foi ignorado e desrespeitado no hospital e teve seus alimento colocados num saco de lixo, o que o deixou mais humilhado e constrangido. Anexamos todas as provas documentais e estamos confiantes que a justiça será feita.”

Por Jennifer da Silva Via E-Mail

VEJA:

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
COMARCA DE GUARULHOS
FORO DE GUARULHOS
1ª VARA CÍVEL
Rua dos Crisântemos, nº 29, 12º andar - sala 1205 - Vila Tijuco, Vila
Tijuco - CEP 07091-060, Fone: (11) 2845-9254, Guarulhos-SP - E-mail:
guarulhos1cv@tjsp.jus.br
Horário de Atendimento ao Público: das 12h30min às19h00min
DECISÃO
Processo Digital nº:
Classe - Assunto
Requerente:
1000047-40.2019.8.26.0535
Procedimento Comum Cível - Planos de Saúde
Jheison da Silva Feliciano
Requerido:
UNIMED DE GUARULHOS COOPERATIVA DE TRABALHO
MEDICO
Justiça Gratuita
Juiz de Direito: Dr. Ricardo Felicio Scaff
Vistos.
Até que se tenha uma avaliação feita por perito médico nomeado pelo juízo,
entendo que a melhor providência para o momento é a manutenção do tratamento do autor em
condição de internação hospitalar, consoante determinado na decisão de fls. 264.
Diante do exposto, acolho
sua internação, providenciando o transporte
o pedido
do autor
do
de
autor para determinar que
sua residência até hospital
a ré proceda à
credenciado da

por
meio
de
ambulância,
bem
como
o
devido
tratamento
à
enfermidade
que
o
acomete,
com
o
as,
por
devido seguimento ao tratamento quimioterápico, no prazo de 24 horcontados da publicação da
presente decisão, sob pena de multa diária no valor de R$ 1.500,00 dia de descumprimento,
com teto em R$ 30.000,00.
A operadora de saúde ré fica intimada da presente decisão por meio de seu
advogado constituído nos autos, com a respecitva publicação no DJe
.
No mais, considerando as informações prestadas pelo perito às fls. 2018, bem
como a dificuldade ainda em manifestar-se nos autos sem o seu certificado digital,
nomeio em
substituição
o perito médico Dr. Orlando Leoncio Júnior, que deverá ser intimado, via portal de
peritos, para aceite do encargo e estimar seus honorários, em 48 (quarenta e oito) horas, devido à
urgência que o caso requer.
Intime-se o perito anteriormente nomeado, e agora substituído, da presente decisão.
Proceda a serventia, ainda, além da intimação via portal de peritos, a intimação do
novo perito via
e-mail (ojleoncio@terra.com.br e orlando.leoncio13@gmail.com), com vistas a
celeridade.
Os honorários periciais serão suportados por ambas as partes, 50% por cada, nos
termos do artigo 95,
caput, do Código de Processo Civil.
Para conferir o original, acesse o site https://esaj.tjsp.jus.br/pastadigital/pg/abrirConferenciaDocumento.do, informe o processo 1000047-40.2019.8.26.0535 e código 60A0C60.
Este documento é cópia do original, assinado digitalmente por RICARDO FELICIO SCAFF, liberado nos autos em 13/05/2020 às 20:26 .
fls. 2019

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
COMARCA DE GUARULHOS
FORO DE GUARULHOS
1ª VARA CÍVEL
Rua dos Crisântemos, nº 29, 12º andar - sala 1205 - Vila Tijuco, Vila
Tijuco - CEP 07091-060, Fone: (11) 2845-9254, Guarulhos-SP - E-mail:
guarulhos1cv@tjsp.jus.br
Horário de Atendimento ao Público: das 12h30min às19h00min
Com a estimativa de honorários, manifestem-se as partes no prazo comum de 3
(três) dias. Em caso de concordância, proceda-se, desde já o depósito de cada partes.
Por ser beneficiário da justiça gratuita, a parte cabente ao autor será custeada pelo
Estado, nos termos do §3º do dispositivo legal acima indicado.
Oficie-se à Defensoria Pública do Estado de São Paulo para reserva de 50% dos
honorários do perito.
Faculto às partes a indicação de quesitos e assistentes técnicos no prazo de 5
(cinco) dias, sob pena de preclusão.
Laudo em 10 dias, devido à urgência do caso.
A audiência de instrução e julgamento será designada oportunamente.
Intime-se.
Guarulhos, 13 de maio de 2020.
DOCUMENTO ASSINADO DIGITALMENTE NOS TERMOS DA LEI 11.419/2006,
CONFORME IMPRESSÃO À MARGEM DIREITA
Para conferir o original, acesse o site https://esaj.tjsp.jus.br/pastadigital/pg/abrirConferenciaDocumento.do, informe o processo 1000047-40.2019.8.26.0535 e código 60A0C60.
Este documento é cópia do original, assinado digitalmente por RICARDO FELICIO SCAFF, liberado nos autos em 13/05/2020 às 20:26 .
fls. 2020


 ANSELMO FERREIRA DE MELO DA COSTA (Sair)

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Inicial de 1° Grau


Petição Inicial de 1° Grau


Operação realizada com sucesso
Prezado ANSELMO FERREIRA DE MELO DA COSTA, todos documentos foram assinados e protocolados com sucesso. O processo foi protocolado com o número 1015443-83.2020.8.26.0224 em 22/05/2020 06:27:00.

Orientações

Um e-mail foi enviado para anselmocostamelo@gmail.com com os dados deste protocolo.

Após a sua petição ser recebida e encaminhada pelo Tribunal, será possível acompanhar o andamento do processo através da Consulta
de Processos Online existente no portal.

Peticionante
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Peticionante
: ANSELMO FERREIRA DE MELO DA COSTA
Protocolo
: Foro de Guarulhos
: 1015443-83.2020.8.26.0224
: Representação Criminal/Notícia de Crime
: Maus Tratos
: 22/05/2020 06:27:00
Partes
: Jheison da Silva Feliciano
: Unimed de Guarulhos - Cooperativa de Trabalho Médico
Documentos Protocolados
: QUEIXA-CRIME JHEISO (1) - 1-8.pdf
: img203 - 1-2.pdf
: doc_93053914 (1) - 1.pdf
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: Realizar download dos documentos da petição
: Realizar download do recibo
Desenvolvido pela Softplan em parceria com a Secretaria de Tecnologia da Informação - STI
ANSELMO FERREIRA DE MELO DA COSTA (Sair)
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segunda-feira, dezembro 23, 2019

Grupo que cavou túnel em MS tinha material de contrainteligência

Quadrilha escavou buraco de 70 metros até o cofre do Banco do Brasil, em Campo Grande (MS)
Reprodução/Polícia Civil-MS
O túnel, de cerca de 70 metros, tem 7 metros de profundidade

A quadrilha presa neste domingo (22) após escavar um túnel de cerca de 70 metros até o cofre do Banco do Brasil, em Campo Grande (MS), tinha uma organização profissional, como troca sistemática de casas, alugadas em bairros nobres, e material de contrainteligência, segundo a Polícia Civil.

A ação policial ocorreu na madrugada de sábado para domingo e, no fim, houve dois mortos, um ferido e seis presos, entre eles uma mulher, apontada como contadora da quadrilha.

De acordo com o delegado João Paulo Sartori, do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco e Resgate a Assaltos e Sequestros), esse poderia ser um dos maiores roubos a bancos da história do país. Ele não quis falar em estimativas de quanto estava guardado no cofre do Banco do Brasil.

A investigação começou há seis meses e, de acordo com Sartori, teve início a partir de outra apuração. A ação faz parte da Operação Oros, em parceria com o Ministério da Justiça. 

Entre os integrantes do grupo, alguns têm passagem por roubo a banco e tentativas de fuga da prisão. Um dos mortos é Renato Nascimento de Santana, 42, considerado o líder da quadrilha pela polícia. Há uma suspeita de que a identidade dele seja falsa, já que os demais presos falaram que foram procurados por ele na cadeia, e não há nenhum registro policial no nome apresentado.

De acordo com a polícia, além do armazém, onde estava o túnel, pelo menos outras seis casas foram alugadas, normalmente em bairros nobres. O grupo costumava trocar de residência de tempos em tempos, para não levantar suspeitas dos vizinhos.

O grupo alugou o armazém em maio e usou documentos falsos para ligar a luz. A localização foi estratégica, pois, além de somente uma avenida separar o galpão e o banco, a região tem muitos estabelecimentos comerciais.

O túnel, de cerca de 70 metros, tem 7 metros de profundidade. No início, é possível ficar quase em pé, já que o grupo começou "com muita vontade de cavar", conforme o delegado. À medida que o túnel avança, é necessário ficar de cócoras e andar engatinhando.

Há ventiladores a cada cinco metros e o espaço é bem escorado e iluminado. Nos últimos dez metros, porém, a terra não fica mais escorada em nenhum suporte e deve-se quase engatinhar. Ninguém sai limpo de lá.

O grupo chegou a marcar um local para fazer o buraco e entrar no banco, mas viram que ali não acessaria o cofre. O objetivo estava cerca de dois metros mais para frente, onde eles fizeram um pequeno furo no chão do estabelecimento. Eles usavam uma broca com uma câmera para ver dentro do prédio.

Segundo a polícia, eles usariam um macaco hidráulico para abrir o chão do cofre. O cuidado de usar pás e outros materiais silenciosos foi adotado em toda a escavação, a fim de evitar barulho e variações sísmicas. 

De acordo com a polícia, o gasto por semana com o plano girava em torno de R$ 21 mil. O grupo utilizava uma câmera e um bloqueador de sinal eletromagnético no local, como técnica de contrainteligência, e também adotou a prática de tirar o rótulo das garrafas para evitar que o código de barras auxiliasse na investigação. 

No armazém, há centenas de sacos de terra, retirada do túnel. Eles jogaram cal em todos os cômodos para apagar digitais e outros vestígios. 

A operação foi deflagrada após a movimentação do grupo aumentar, no sábado. A polícia foi ao armazém, mas três suspeitos já haviam deixado o local, em um caminhão e uma caminhonete. O motorista do caminhão tentou atropelar um agente e fugiu. Ele foi encontrado dando entrada no hospital, ferido.

Os outros dois suspeitos, na caminhonete, foram mortos. Os seis presos foram encontrados em uma casa longe do túnel. Há a suspeita de que o grupo todo tenha cerca de 20 pessoas.

POr Wesley Farão Klimpel / Da FOLHA PRESS