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domingo, dezembro 01, 2019
Hospital Geral suspende atendimento e cancela cirurgias por falta de repasses
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sexta-feira, agosto 23, 2013
ATENÇÃO BÁSICA: Mais Médicos: 244 profissionais estrangeiros chegam ao país
Médicos inscritos no programa desembarcam no Brasil a partir desta sexta-feira (23) em oito capitais para participar do módulo de avaliação. Eles começam a atuar nos municípios em 16/09
Os 244 médicos formados no exterior selecionados na primeira etapa do Programa Mais Médicos chegam ao Brasil a partir desta sexta-feira (23). Esses profissionais desembarcam em oito capitais onde participarão do módulo de avalição do programa sobre saúde pública brasileira e língua portuguesa. Após a aprovação nesta etapa, serão encaminhados aos municípios e começam a atender a população a partir de 16 de setembro.
“Estamos recebendo em nosso país médicos que vão atender a população dos municípios do interior e das periferias dos grandes centros. Eles vieram de diferentes países para reforçar a assistência exatamente naqueles locais onde há maior dificuldade em contratar profissionais. Esta é a primeira seleção do Mais Médicos e as inscrições da segunda etapa já estão abertas. O Governo Federal continuará trabalhando para aumentar o número de médicos nas regiões onde mais precisam”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que acompanhou a chegada de médicos do programa no aeroporto de Brasília.
A avaliação dos profissionais com diplomas no exterior será realizada nas cidades de Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife e Fortaleza. Eles estão sendo recebidos por representantes do Ministério da Saúde nos aeroportos internacionais dessas oito capitais. Após o desembarque, dirigem-se aos alojamentos onde ficarão hospedados.
Os custos com alojamento e alimentação serão pagos pelo Governo Federal. A organização logística do módulo, incluindo recepção aos profissionais, será responsabilidade conjunta dos ministérios da Saúde e da Defesa.
SELEÇÃO – No primeiro mês de seleção, 1.096 profissionais com diplomas do Brasil e 244 formados no exterior – sendo 99 de nacionalidade brasileira e 145 estrangeiros – confirmaram sua participação no Mais Médicos. Eles estão distribuídos em 516 municípios e 15 distritos sanitários indígenas. Ao todo, 3.511 cidades aderiram ao programa apontando 15.450 vagas.
A segunda seleção foi aberta nesta segunda-feira (19) para adesão de novos municípios e médicos brasileiros e estrangeiros, que podem se cadastrar até o dia 30 de agosto. Os profissionais selecionados nesta etapa iniciarão as atividades ainda na primeira quinzena de outubro.
AVALIAÇÃO – O módulo de acolhimento e avaliação do Mais Médicos tem carga horária de 120 horas com aulas expositivas, oficinas e simulações de consultas e de casos complexos. Também serão realizadas visitas técnicas aos serviços de saúde com o objetivo de aproximar o médico de seu processo de trabalho.
Os temas abordados nas aulas incluem legislação, funcionamento e atribuições do Sistema Único de Saúde (SUS) com enfoque especial na atenção básica, doenças prevalentes e aspectos éticos e legais da prática médica. Haverá aulas de língua portuguesa e avaliações para testar os conhecimentos linguísticos e de comunicação na prática médica no Brasil.
Os profissionais que vão atuar em áreas indígenas (DSEI) terão, além do módulo de acolhimento, aulas complementares específicas sobre saúde indígena. Estes profissionais ficarão concentrados em Brasília durante o período do módulo de acolhimento.
Os materiais que serão utilizados nessas atividades foram elaborados por uma comissão formada por professores de universidades federais inscritas no programa, Escolas de Saúde Pública e Programas de Residência, sob orientação do Ministério da Educação (MEC).
Depois de avaliados, os médicos que tiverem sua qualificação atestada receberão um registro profissional provisório. As prefeituras que receberão esses profissionais serão responsáveis pela alimentação e moradia dos médicos durante todo o período do programa. Todos os profissionais serão supervisionados por uma instituição de ensino e também pelas secretarias estaduais e municipais de saúde.
Como definido desde o lançamento do programa, os brasileiros tiveram prioridade no preenchimento dos postos apontados. As vagas remanescentes foram oferecidas primeiramente aos brasileiros graduados no exterior e em seguida aos estrangeiros. Os médicos com diplomas de fora do Brasil vão atuar com autorização profissional provisória, restrita à atenção básica e às regiões onde serão alocados pelo programa.
Os médicos do programa receberão bolsa federal de R$ 10 mil, paga pelo Ministério da Saúde, mais ajuda de custo, e farão especialização em Atenção Básica.
O PROGRAMA – Lançado pela Presidenta da República, Dilma Rousseff, no dia 8 de julho, o Mais Médicos faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do SUS, com objetivo de acelerar os investimentos em infraestrutura nos hospitais e unidades de saúde e ampliar o número de médicos nas regiões carentes do país.
O Governo Federal está investindo, até 2014, R$ 15 bilhões na expansão e na melhoria da rede pública de saúde de todo o Brasil. Deste montante, R$ 7,4 bilhões já estão contratados para construção de 818 hospitais, 601 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs 24h) e de 16 mil unidades básicas. Outros R$ 5,5 bilhões serão usados na construção, reforma e ampliação desses estabelecimentos de saúde, além de R$ 2 bilhões para 14 hospitais universitários.
Distribuição dos médicos nos módulos de avaliação
Brasília
Profissionais que vão atuar no AC, AM, AP, PA, RO, RR, RJ, SP, TO, MA. 23
Fortaleza
Profissionais que vão atuar no CE, MA, PI e RN. 18
Rio de Janeiro
Profissionais que vão atuar no ES, GO, MT, MS, PR, RJ e SC. 68
São Paulo
Profissionais que vão atuar no estado de SP. 47
Porto Alegre
Profissionais que vão atuar no RS. 40
Recife
Profissionais que vão atuar em AL, PE, SE, PB e MG. 19
Salvador
Profissionais que vão atuar na BA. 13
Belo Horizonte
Profissionais que vão atuar em MG 16
Total 244
Por Priscila Costa e Silva, da Agência Saúde
quinta-feira, agosto 22, 2013
SE VER ESSA MANCHA NA PELE SAIBA QUE : é conhecida como acantose nigricans
Esta Mancha não é sujeira, ou desenvolvidos por falta de higiene! Neste marca é conhecida como acantose nigricans-. Você pode ver no pescoço, face, testa, axilas, entre as pernas e outras partes do corpo. É uma marca na pele que os sinais de altos níveis de insulina no corpo. Ele tende a ser confundida com uma mancha de sujeira ou fuligem, mas isso realmente indica que o corpo está resistindo a insulina que o corpo produz. Como resultado, o pâncreas produz mais insulina e, eventualmente, desenvolver diabetes (principalmente de tipo 2).
Ela pode desaparecer com mudanças simples no estilo de vida e moderada redução de peso (em muitos casos).
Compartilhe as informações com seus amigos para que todos nós aprendemos com as gotas de conhecimento!
OBS: Não zombar da próxima vez que o seu amigo / ou membro da família, porque agora você sabe o que isso significa. Em vez de fazer o divertimento de que a pessoa agora pode aconselhar.
Por Claudionor Sena
quarta-feira, maio 09, 2012
Aspirina pode reduzir em um terço risco de morte por câncer de intestino, diz estudo
Aspirina não substitui outras terapias contra o câncer
Pacientes de câncer no intestino que tomam aspirina podem reduzir em um terço o risco de morrer por causa da doença, acreditam especialistas.
Mas eles dizem ser muito cedo para concluir que o medicamento deveria ser ministrado regularmente a pacientes.
Tópicos relacionados
Outros estudos já apontaram para benefícios do analgésico no tratamento de outros tipos de câncer. Mas a droga também pode ter indesejáveis e perigosos efeitos, causando irritação estomacal e hemorragia interna em alguns pacientes.
O estudo, publicado pelo British Journal of Cancer, examinou 4.500 pacientes na Holanda. Todos receberam baixas doses diárias de aspirina - 80mg ou menos - dose também é recomendado a pessoas com doenças cardíacas.
No estudo, que levou quase uma década, um quarto dos pacientes não usaram aspirina, um quarto apenas usou aspirina depois de ser diagnosticado com câncer e a metade restante tomou aspirina antes e depois do diagnóstico.
A maior parte dos pacientes que tomaram aspirina o fizeram para evitar doenças cardiovasculares, como enfarte e acidentes vasculares.
"Qualquer um pensando em tomar aspirina para reduzir o risco de câncer deve antes falar com seu médico"
Sarah Lyness, Cancer Research UK
Tomar aspirina por qualquer período depois do diagnóstico reduziu a chance de morte por câncer em 23%.
Os pacientes que tomaram doses diárias do medicamento por pelo menos nove meses depois do diagnóstico tiveram a chance de morrer por câncer reduzida em 30%.
Os que usaram aspirina apenas depois de diagnosticado o câncer de intestino apresentaram um maior impacto na redução de mortalidade.
Nos pacientes que tomaram a aspirina antes e depois do diagnóstico, a redução do risco de morte foi de apenas 12%.
A razão para isso talvez seja o fato de que vários dos pacientes que já vinham tomando o analgésico sofriam de tipos de câncer particularmente agressivos, afirmam especialistas.
O pesquisador Gerrit-Jan Liefers, do Centro Medicinal da Universidade de Leiden, afirmou: "Nosso trabalho soma-se a crescentes evidências de que a aspirina não apenas pode prevenir a ocorrência de câncer mas também impedir que a doença se espalhe".
Ele disse que a aspirina não deve ser vista como alternativa a outros tratamentos, como a quimioterapia, mas poderia ser útil como tratamento adicional.
Recomendar, não
"É possível que pessoas mais velhas tenham outros problemas de saúde que não permitam a quimioterapia. Câncer de intestino é mais comum em pessoas mais velhas, então esses resultados poderiam ser um grande avanço no tratamento da doença, particularmente para este grupo. Mas precisamos de pesquisa adicional para confirmar isso."
Ele disse que o plano agora é fazer um teste aleatório controlado - chamado "Gold Standart Test" na pesquisa - para verificar se a aspirina prevalece sobre uso de placebo junto ao mesmo grupo de idosos.
Sarah Lyness, da Cancer Research UK, disse: "Este último estudo acrescenta evidências sobre os benefícios da aspirina. Mas ainda não chegamos ao ponto de recomendar que as pessoas tomem aspirina para reduzir o risco de câncer.
"Ainda há questões que precisamos responder sobre efeitos colaterais, como hemorragia interna, e sobre quais seriam os maiores beneficiados pelo uso da aspirina, quem poderia sofrer efeitos negativos e ainda que dose deveria ser ministrada".
"Qualquer um pensando em tomar aspirina para reduzir o risco de câncer deveria conversar com seu médico primeiro. Pessoas com câncer devem estar cientes de que a aspirina pode aumentar as chances de complicações antes de cirurgia ou outros tipos de tratamento, e devem discutir isso com o especialista.
"Enquanto isso, há outras formas de reduzir os riscos de câncer, como não fumar, beber menos álcool e manter um peso saudável".
BBC Brasil
quinta-feira, abril 19, 2012
Parceria prevê transferência de tecnologia para produção nacional de remédio contra leucemia
Paula Laboissière da Agência Brasil
Brasília – Um acordo firmado entre dois laboratórios públicos e cinco privados prevê a transferência de tecnologia para a produção nacional do medicamento mesilato de imatinibe, usado para o tratamento de leucemia mieloide crônica.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, explicou que o objetivo da parceria é tornar o país autossuficiente em produtos considerados essenciais para a população. Segundo ele, a expectativa é que, em quatro anos, a produção do remédio seja suficiente para suprir a demanda de pacientes no país.
“Além da inovação tecnológica e da geração de empregos, passar a produzir o mesilato de imatinibe no Brasil vai significar uma economia de até US$ 70 milhões para o Ministério da Saúde, uma vez que negociamos também um preço menor com a possibilidade de atender mais pessoas no Sistema Único de Saúde [SUS]”, disse.
Padilha lembrou que a saúde demanda atualmente 9% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, além de concentrar de 30% a 35% de todo o esforço de inovação tecnológica do país e mais de 10% da força de trabalho de nível superior.
“Nosso programa de aids, uma dos mais amplos do mundo na oferta de medicamentos gratuitos, só é possível e sustentável porque metade dos medicamentos que oferecemos de graça é produzida aqui no Brasil”, ressaltou. “Outro exemplo é o Programa Nacional de Imunização, que só é sustentável porque 96% das doses das vacinas aplicadas são produzidas no Brasil”, acrescentou o ministro.
Edição: Juliana Andrade
A administração subcutânea de Herceptin
(trastuzumabe) é menos invasiva e leva aproximadamente 5 minutos, em vez dos 30-90 minutos necessários para a administração intravenosa, atualmente aprovada
Resultados do estudo de fase III, HannaH, revelam que uma nova forma de aplicação subcutânea de Herceptin (trastuzumabe) - medicamento biológico usado desde 1998 para o tratamento de quase um milhão de pacientes com câncer de mama HER2 positivo em todo o mundo – tem eficácia comparável a da via intravenosa, atualmente aprovada no Brasil, Estados Unidos, Europa e outros países. O câncer de mama positivo para HER2 acomete de 15 a 20% das mulheres que sofrem da doença2 e é um tipo particularmente agressivo do tumor3. Os dados foram apresentados no 8º Congresso Europeu de Câncer de Mama (EBCC-8), em Viena, no dia 23 de março.
Os dados apresentados pelo Professor Christian Jackisch, demonstram pela primeira vez que o medicamento Herceptin
(trastuzumabe) administrado por uma nova via, a subcutânea (SC), permite a completa erradicação das células tumorais da mama (a chamada resposta patológica completa) que atualmente só é possível através do medicamento intravenoso. Pode representar mais conforto para as pacientes em relação ao método tradicional de aplicação na veia (i.v.), por ser uma via menos invasiva e de mais rápida aplicação: o tempo que o paciente ocupa o leito hospitalar ou da clínica passa de 30 a 90 minutos para 5 minutos. O estudo HannaH demonstra que Herceptin
(trastuzumabe) SC resultou em concentrações médias comparáveis do fármaco no sangue (farmacocinética; PK) em relação às da forma intravenosa.
“A forma subcutânea de Herceptin
(trastuzumabe) representa uma alternativa ao medicamento intravenoso e uma importante opção para tratamento de pacientes com câncer de mama positivo para HER2”, disse o Dr. Hal Barron, Diretor Médico e de Desenvolvimento Global de Produtos da Roche. “Por ser menos invasivo e levar 5 minutos para ser administrado, Herceptin
(trastuzumabe) subcutâneo é mais cômodo para as pacientes e pode reduzir os custos do tratamento em relação à forma padrão”, afirmou.
A administração SC pode permitir às pacientes permanecerem menos tempo no hospital. Esse é um dado importante para pacientes com câncer de mama inicial, já que, nesses casos, Herceptin
(trastuzumabe) é geralmente utilizado por um ano. Na forma subcutânea, não é necessário usar dose de ataque nem ajustar a posologia pelo peso, ou seja, usa-se sempre a mesma dose, independentemente do peso corporal da paciente.
Com base nos dados do estudo HannaH, a Roche encaminhou à Agência Europeia de Medicamentos (EMA) a solicitação de extensão de linha de Herceptin
(trastuzumabe) SC para tratamento do câncer de mama positivo para HER2.
A Roche também está pesquisando o uso de MabThera (rituximabe) por injeção subcutânea em linfoma não-Hodgkin e leucemia linfocítica crônica. No momento, o uso de MabThera
(rituximabe) por injeção subcutânea não está aprovado nem licenciado em qualquer mercado. A Roche pretende encaminhar a primeira solicitação de registro na UE no final de 2012.
Sobre a aplicação subcutânea
Herceptin
(trastuzumabe) SC é uma nova formulação de Herceptin
(trastuzumabe), mais conveniente, que usa a tecnologia Enhanze
, desenvolvida pela Halozyme Therapeutics, Inc. com base no excipiente inovador rHuPH20 (transportador de princípios ativos de medicamentos). O rHuPH20 facilita a distribuição do volume injetado em uma área maior e permite a aplicação subcutânea indolor de um grande volume de Herceptin
(trastuzumabe) (dose fixa de 600 mg [5ml]).
Sobre o estudo HannaH4
O estudo HannaH é um estudo multicêntrico, internacional, de fase III, randomizado, aberto. No total, foram incluídas no estudo 596 pacientes com câncer de mama inicial operável ou localmente avançado. O estudo avaliou a eficácia, a farmacocinética e a segurança de Herceptin
(trastuzumabe) SC (em frasco pronto para uso) e Herceptin
(trastuzumabe) i.v., usado como tratamento neoadjuvante–adjuvante (antes e depois da intervenção cirúrgica) de mulheres com câncer de mama inicial positivo para HER2. Em ambos os grupos, a duração total do tratamento foi de um ano. Os eventos adversos observados no estudo foram consistentes com o perfil de segurança conhecido de Herceptin
(trastuzumabe). Não foram identificados novos sinais de segurança.
De modo geral, a incidência dos eventos adversos mais comuns (acima de 10% em cada grupo) foi comparável entre os grupos. Os eventos adversos graves (grau >3) ocorreram com frequência semelhante nos dois grupos (52 % com Herceptin
(trastuzumabe) i.v. e 51,9 % com Herceptin
(trastuzumabe) SC). Os eventos adversos cardíacos foram semelhantes nos dois grupos de tratamento: 12,1% vs. 11,4%, respectivamente, com as formas i.v. e SC. Entre os pacientes que receberam injeções SC, 11% apresentaram uma reação no local da injeção (mais comumente dor), que foi de intensidade leve em 95% dos casos.
Sobre Herceptin
(trastuzumabe)
Herceptin
(trastuzumabe) é um anticorpo monoclonal desenvolvido para visar e bloquear a função do HER2, uma proteína produzida por um gene específico, que tem potencial cancerígeno quando se expressa além do nível habitual. Essa alteração é conhecida como “positividade para HER2” e afeta de 15 a 20% das mulheres que sofrem de câncer de mama2. O mecanismo de ação de Herceptin
(trastuzumabe) é único, pois ele ativa o sistema imune e suprime a sinalização de HER2, visando e destruindo o tumor. Herceptin
(trastuzumabe) é comercializado pela Genentech, nos Estados Unidos, pela Chugai, no Japão, e internacionalmente pela Roche. Desde 1998, Herceptin
(trastuzumabe) já foi usado para tratar quase 1 milhão de pacientes com câncer de mama positivo para HER2, em todo o mundo.
Sobre a Roche
Com sede em Basileia, na Suíça, a Roche é uma das líderes mundiais na pesquisa de produtos para a saúde, atuando fortemente e de modo combinado nas áreas farmacêutica e de diagnóstico. A Roche é a maior empresa de biotecnologia do mundo, e tem medicamentos realmente diferenciados para as áreas de oncologia, virologia, inflamação, metabolismo e SNC. Além disso, a Roche é líder mundial em diagnóstico in vitro e no diagnóstico tecidual de câncer, e pioneira no tratamento do diabetes. A estratégia de medicina personalizada da Roche tem como foco o fornecimento de medicamentos e ferramentas de diagnóstico que possibilitem melhorias tangíveis na saúde, qualidade de vida e sobrevida dos pacientes. Em 2011, a Roche tinha mais de 80 mil funcionários em todo o mundo e investiu mais de 8 bilhões de francos suíços em P&D. O Grupo registrou vendas de 42,5 bilhões de francos suíços. A Genentech, nos Estados Unidos, é uma subsidiária integral do Grupo Roche. A Roche tem participação majoritária na Chugai Pharmaceutical, do
Japão. Mais informações: www.roche.com.
Referências
1) Ferlay J, Shin HR, Bray F, Forman D, Mathers C and Parkin DM GLOBOCAN 2008, Cancer Incidence and Mortality Worldwide: IARC Cancer Base No. 10 [Internet]. Lyon, France: International Agency for Research on Cancer; 2010. Available from: http://globocan.iarc.fr.
2) Wolff A.C et al. American Society of Clinical Oncology/ College of American Pathologists Guideline Recommendations for Human Epidermal Growth Factor Receptor 2 Testing in Breast Cancer. Arch Pathol Lab Med—Vol 131, January 2007.
3) Slamon D et al. Adjuvant Trastuzumab in HER2-Positive Breast Cancer. N Engl J Med 2011; 365:1273-83.
4) Jackisch C,Stroyakovskiy D,Muehlbauer S,et al. Subcutaneous administration of trastuzumab in patients with HER2-positive early breast cancer: Results from the Phase III randomised, open-label, multi-centre (neo)adjuvant HannaH study. 8th European Breast Cancer Conference 21?-24 March 2012, Vienna, Austria. Abstract 1BA
Brasil ajudará Líbia na retirada de minas e no combate à aids
19 de abril de 2012 •
No esforço de aproximar o Brasil da Líbia, o governo brasileiro decidiu fazer doações, enviar especialistas e apoiar a realização de eleições parlamentares dentro de dois meses no país. Especialistas brasileiros que vão trabalhar na desminagem (retirada de minas terrestres) seguem para Trípoli, capital líbia, nos próximos dias. Também serão enviados técnicos em identificação de armas e doações de medicamentos antirretrovirais para o combate à aids.
Nos últimos dias, o vice primeiro-ministro da Líbia, Omar Abdelkarim, conversou com a presidente Dilma Rousseff e o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, além de deputados, na tentativa de obter apoio para a reconstrução da região. Nas conversas, ele disse que a prioridade do Conselho Nacional de Transição (CNT), que controla o governo provisório, é a estabilização e reorganização do país.
Do lado brasileiro, segundo assessores que acompanharam as reuniões, Abdelkarim foi informado que os especialistas em desminagem são peritos das Forças Armadas que atuaram em Angola (África) e na fronteira entre o Peru e o Equador. O vice primeiro-ministro também soube que especialistas irão à Líbia para ajudar no trabalho de identificação de armas. A ideia é que os peritos colaborem no processo de controle da proliferação de armas. Em 2003, ainda durante a gestão do ex-presidente Muammar Khadafi, a Líbia anunciou o início de um programa de não proliferação de armas na região.
O vice primeiro-ministro também foi informado pelas autoridades brasileiras que está em Trípoli um carregamento de medicamentos, no valor de R$ 1,2 milhão. Os medicamentos foram comprados por meio de uma ação conjunta de empresas brasileiras que atuam na Líbia - Odebrecht, Andrade Gutierrez e Queiroz Galvão. Com as eleições parlamentares marcadas para 23 de junho, o vice primeiro-ministro pediu o apoio dos deputados brasileiros. O deputado Adrian Mousi (PMDB-RJ) se dispôs a cooperar na realização das eleições para a Assembleia Constituinte líbia, quando serão escolhidos 200 parlamentares.
Agência Brasil
Bayer inova sem esquecer velha fórmula
Com forte presença no Brasil no segmento de agronegócios, a Bayer está reforçando suas apostas na divisão farmacêutica no país. O foco da companhia será no lançamento de produtos inovadores desenvolvidos pela multinacional alemã e também nos já consagrados - os chamados medicamentos maduros, afirmou ao Valor o presidente do grupo no Brasil Theo van der Loo.
Dona da centenária marca Aspirina, a companhia faturou R$ 4,3 bilhões no Brasil no ano passado. Deste total, a divisão CropScience (agrícola) responde por 50% das vendas. A área HealthCare (saúde) fica com 35% e MaterialScience (materiais inovadores), com os outros 15%. "A imagem da Bayer no mundo é diferente. A divisão farmacêutica responde por 50% do faturamento global. Aqui no Brasil a agricultura tem uma importância muito grande para a Bayer", disse Loo. "O que não é ruim. Para nós, é bom ter uma estrutura assim porque dividimos os riscos."
Loo não acredita que a divisão farmacêutica vá ultrapassar a agrícola de uma hora para outra, mas vê espaço para que a área de saúde ganhe mais importância no país. Para isso, a companhia prevê investimentos neste ano da ordem de R$ 143 milhões - parte desse aporte será concentrado na força de vendas e na promoção de novos medicamentos no país..
Com uma fábrica de hormônios instalada na capital paulista, a empresa produz anticoncepcionais no país e exporta o produto para cerca de 30 países, incluindo América Latina e Ásia. No ano passado, as exportações da Bayer atingiram US$ 100 milhões. Líder nesse segmento, a empresa possui cerca de 35% de participação no país.
O segmento de anticoncepcionais no país movimentou em 2011 cerca de R$ 2 bilhões, ou 160 milhões de unidades (embalagens). O país comercializa 120 marcas, a maioria medicamento similares. Os recentes lançamentos da Bayer foram o Qlaira, com hormônio natural, e o YAZ.
Em março, a companhia lançou no país o Xarelto, a grande aposta de "blockbuster" (campeão de venda) do grupo para os próximos anos. Esse medicamento, oral e de dose única diária, é indicado para a prevenção do AVC em pacientes com fibrilação atrial e para a trombose para os que passaram por cirurgia ortopédicas de grande porte (quadril e joelho). Além disso, o Xarelto está aprovado para o tratamento e prevenção da trombose e prevenção de embolia pulmonar.
O mercado dos anticoagulantes está em expansão em todo o mundo. Esse segmento movimentou US$ 6,9 bilhões em 2008 e deve atingir US$ 15,1 bilhões em 2015. A Bayer estima a receita global com o Xarelto de US$ 4 bilhões até 2020. No Brasil, a companhia acredita que esse mercado saltará dos atuais R$ 226 milhões neste ano para cerca de R$ 700 milhões em 2020, dos quais o Xarelto responderá por cerca de R$ 240 milhões. "Para nós é uma grande oportunidade porque é um mercado terapêutico onde as outras opções estão antiquadas", afirmou Loo.
Apesar do avanço dos genéricos no Brasil, a Bayer não tem interesse em investir nesse segmento no país - globalmente a empresa atua nesse setor em poucos países. A empresa não descarta, contudo, analisar o mercado de genéricos de marca (medicamento similar), sobretudo na área de cardiologia.
Outra linha de atuação da farmacêutica no país será em seus produtos já consagrados. Além dos anticoncepcionais, que respondem por quase 60% das vendas da divisão farma, o foco será em produtos MIPs (medicamentos isentos de prescrição), como o Redoxon (suplemento de vitamina C), lançado há 77 anos, Aspirina, e a pomada Bepantol, por exemplo. "A Aspirina é a Coca-Cola dos medicamentos", observou Loo.
Segundo o executivo, as pesquisas em torno da Aspirina ocorrem até hoje. "Em oncologia, há estudos que apontam que o uso da Aspirina no tratamento câncer do colo melhora a eficácia da quimioterapia. Esses estudos são tocados por universidades, não pela Bayer." O exemplo clássico é o cardio-aspirina, usado como prevenção anticoagulante.
GlaxoSmithKline lança oferta hostil de US$ 2,59 bi por Human Genome
Por Stella Fontes | Valor
SÃO PAULO - O grupo farmacêutico britânico GlaxoSmithKline lançou uma oferta hostil para aquisição da americana Human Genome Sciences (HGS), em uma operação que poderia movimentar US$ 2,59 bilhões e que foi prontamente rejeitada. Conforme o conselho da HGS, o preço proposto por ação pela Glaxo, de US$ 13 pagos à vista, “não reflete o valor inerente” à companhia.
Em comunicado emitido hoje, a HGS também informa que seu conselho de administração autorizou a busca de alternativas estratégicas em linha com os “melhores interesses” de seus acionistas, incluindo uma potencial venda da empresa — porém não limitado a esse tipo de transação.
Para auxiliar nesse processo, a companhia americana contratou o Goldman Sachs e Credit Suisse Securities. De acordo com a HGS, a Glaxo foi convidada para participar desse processo e foram solicitadas informações adicionais sobre os medicamentos em desenvolvimento pelo laboratório. “Não há garantias de que haverá alguma transação ou em quais condições”, ressalta a HGS.
(Stella Fontes | Valor)
Abbott anuncia crescimento de dois dígitos nos lucros por acção no primeiro trimestre
19/04/2012 -
O Abbott anunciou esta quinta-feira, em comunicado de imprensa, os resultados financeiros do primeiro trimestre, que terminou a 31 de Março de 2012.
Os resultados diluídos por acção, excluindo itens específicos, foram de 1.03 dólares, reflectindo um crescimento de 13,2 por cento e excedendo a previsão anterior do Abbott. De acordo com os Princípios Contabilísticos Geralmente Aceites (PCGA), os lucros diluídos por acção foram de 0.78 dólares, incluindo itens específicos, reflectindo um crescimento de 41.8 por cento.
Excluindo efeitos cambiais, as vendas globais aumentaram cerca de 6 por cento. As vendas reportadas cresceram 4,6 por cento, incluindo um efeito cambial desfavorável de 1,3 por cento.
O Abbott eleva a previsão para os lucros anuais sustentados por acção previstos para o ano de 2012, de 5.00 a 5.10 dólares por acção, ao invés de dos 4.95 para 5.05 dólares previstos, reflectindo a expectativa de mais um ano com forte desempenho.
Os resultados do primeiro trimestre incluem um ajustamento do índice de margem bruta de 61,1 por cento, um aumento de 260 pontos de base comparativamente a 2011, impulsionado pelo aumento de eficiência em algumas divisões operacionais e ao product-mix favorável.
A margem operacional ajustada aumentou 150 pontos de base ao longo de 2011, impulsionada pelo crescimento combinado das áreas de negócio de dispositivos médicos diversificados e de farmacêutica de investigação.
“O Abbott está a ter um forte início de 2012, oferecendo um crescimento sustentado de dois dígitos nos lucros por acção” afirmou," Miles D. White, presidente e CEO do Abbott. “Como resultado, estamos a aumentar a previsão para este ano. Durante o trimestre em análise, anunciámos também o lançamento de vários novos produtos e de parcerias estratégicas para reforçar o pipeline em cada uma das nossas principais áreas de negócio. Ao mesmo tempo, mantemo-nos focados no processo de separação do Abbott em duas companhias líderes em cuidados de saúde, que continua no bom caminho para ser concluída até ao fim do ano”, concluiu.
Human Genome Sciences rejeita oferta de aquisição da GSK
19/04/2012 -
A Human Genome Sciences anunciou esta quinta-feira que rejeitou uma oferta não solicitada da GlaxoSmithKline para adquirir a companhia por 13 dólares por acção em dinheiro. A Human Genome Sciences disse que, depois de rever a oferta, determinou que esta "não reflecte o valor inerente" na companhia farmacêutica, avança o site FirstWord.
A Human Genome Sciences acrescentou que o seu conselho de administração autorizou a empresa a procurar alternativas estratégicas, que podem incluir uma possível venda. A GlaxoSmithKline foi convidada a participar neste processo.
A Human Genome Sciences referiu que, em relação a isso, solicitou mais informações sobre fármacos experimentais no pipeline da GlaxoSmithKline a que tem direitos financeiros, incluindo as terapias em estágio avançado darapladib e albiglutide.
Sandoz participa do VI Congresso Brasileiro de Farmacêuticos em Oncologia em Brasília
19/04/2012 -
A Sandoz, segunda maior fabricante mundial de genéricos e pertencente ao grupo suíço Novartis, participa do VI Congresso Brasileiro de Farmacêuticos em Oncologia, que decorre de 20 a 22 de abril de 2012, no Hotel Royal Tulip, em Brasília, avança comunicado de imprensa.
A Sandoz possui experiência global na produção de medicamentos genéricos no segmento de Oncologia, com qualidade, segurança e eficácia comprovadas por estudos de bioequivalência em 130 países do mundo. No seu amplo portefólio de injectáveis conta mais de 25 produtos e robusto pipeline com mais de 20 moléculas. Actualmente existem dois ensaios clínicos em estágio avançado para o mercado americano. São eles: Neupogen
(filgrastim) e Neulasta
(pegfilgrastim), da Amgen, ambos indicados para o tratamento do cancro da mama para doentes submetidos à quimioterapia mielossupressora.
Com a presença na VI Congresso Brasileiro de Farmacêuticos em Oncologia, a Sandoz visa, através de acções e actividades contínuas, contribuir, ainda mais, para o desenvolvimento deste segmento.
O evento estima reunir cerca de 1.500 farmacêuticos em oncologia e abordará questões sobre como e porque desenvolver indicadores de qualidade na farmácia, novas tecnologias para manipulação segura de medicamentos antíneoplásticos, tratamento de pacientes geriátricos, entre outros. A empresa contribuirá com a distribuição de material técnico-científico contendo protocolo de quimioterapia e guia de extravasamento, que servem como material de apoio para desenvolvimento e aprimoramento da actividade profissional.
Roche decidiu não estender oferta pela Illumina
19/04/2012 -
A Roche decidiu não estender a sua oferta hostil de 6,8 mil milhões de dólares pela empresa de sequenciamento genético Illumina, após os accionistas do grupo norte-americano terem bloqueado o movimento da farmacêutica suíça de indicar nova administração, avança a agência Reuters.
A Roche disse que uma oferta acima dos 51 dólares por acção não seria do interesse dos seus próprios accionistas.
A oferta pela Illumina expira na sexta-feira e a Roche disse esta quarta-feira que não vai estendê-la, já que a direcção da empresa norte-americana se recusa a travar um diálogo construtivo.
"A Roche continuará a considerar opções e oportunidades para desenvolver mais o seu portefólio de negócios a fim de expandir a sua posição de liderança em diagnósticos", afirmou o CEO da empresa, Severin Schwan, em breve comunicado.
A especialista em sequenciamento genético, que diz ser a "Apple do negócio genoma", rejeitou a oferta de aquisição melhorada da Roche e tem repetidamente pedido a accionistas que votem contra as indicações da Roche.
A decisão da Roche de abandonar a sua oferta acontece enquanto accionistas da Illumina se reuniam para votar uma proposta da Roche, que visava a alteração dos estatutos da Illumina para aumentar o número de directores no conselho de administração da empresa - e indicou duas pessoas para preencher os novos lugares -, numa tentativa de conquistar a maioria do conselho de administração.
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quinta-feira, dezembro 29, 2011
Estudo sugere ligação de carne vermelha com câncer renal
Quem come muita carne vermelha pode ter maior risco de desenvolver alguns tipos de câncer renal, segundo um estudo feito nos Estados Unidos com milhares de adultos. Os autores do artigo publicado na revista American Journal of Clinical Nutrition concluíram que adultos de meia-idade que consumiam mais carne vermelha tinham 19% mais probabilidade de serem diagnosticados com câncer nos rins do que aqueles que faziam um consumo moderado.
A maior absorção de substâncias químicas presentes na carne grelhada ou assada na brasa também foi associada a um maior risco. "Nossas conclusões corroboram as recomendações alimentícias para a prevenção do câncer atualmente, divulgadas pela Sociedade Americana do Câncer - limitar o consumo de carne vermelha e processada, e preparar a carne por métodos de cocção, como cozida ou assada no forno", disse Carrie Daniel, coordenadora da pesquisa, ligada ao Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos.
Estudos anteriores examinando a associação entre carne vermelha e câncer renal chegaram a resultados ambíguos, por isso Daniel e seus colegas usaram dados de um estudo que envolveu quase 500 mil adultos maiores de 50 anos, que responderam a questionários sobre seus hábitos alimentares - incluindo o consumo de carne - e então foram acompanhados por uma média de nove anos.
Durante esse período, 1,8 mil participantes - menos de 0,5% - foram diagnosticados com câncer renal. Na média, os homens envolvidos no estudo consumiam de 57 a 85 g de carne vermelha por dia, enquanto as mulheres comiam de 31 a 57 g. Os participantes que consumiam mais carne vermelha - cerca de 115 g por dia - tinham 19% mais propensão a serem diagnosticados com câncer renal do que os que comiam até 31 g de carne vermelha por dia.
A análise levou em conta outros aspectos que poderiam influenciar o risco de câncer, como idade, raça, consumo de frutas e legumes, tabagismo, consumo de álcool, hipertensão e diabetes. O risco de câncer renal era agravado também entre pessoas que comiam a carne mais bem passada, o que eleva sua exposição a substâncias químicas decorrentes do preparo.
O estudo não afirma que a carne vermelha, ou a carne bem passada, causa câncer renal. Como lembrou o epidemiologista Mohammed El Faramawi, da Universidade do Norte do Texas, muita gente passa a vida comendo carne sem ter câncer nos rins, ao passo que há pessoas que quase não comem carne e desenvolvem a doença.
"A carne vermelha é uma importante fonte de ferro, tem proteínas", disse El Faramawi, que não trabalhou no estudo, e recomendou que as pessoas não parem de comer carne vermelha - apenas sigam as orientações alimentares dos especialistas.
Daniel disse que são necessário mais estudos para compreender por que a carne vermelha parece estar associada a determinados tipos de câncer, e não a outros. Por enquanto, disse, a recomendação é reduzir o tempo de cocção da carne, não expô-la diretamente às chamas ou ao metal quente, e usar o micro-ondas para cozinhar parcialmente a carne antes de expô-las a altas temperaturas.
quinta-feira, dezembro 08, 2011
Software ajuda a “transplantar” rostos em vídeos
Uma nova técnica desenvolvida por um cientista da área de computação da Harvard University pode tornar mais barato o “transplante de face”, recurso muito usado em filmes para projetar uma aparência diferente em um rosto. Hoje, esses efeitos são possíveis somente com equipamentos complexos e caros.
De acordo com Kevin Dale, responsável pelo projeto, ele e sua equipe conseguiram um resultado de alta qualidade usando apenas uma câmera e uma iluminação simples.
Primeiro, eles usaram algoritmos para criar um modelo 3D para cada face. O sistema, então, automaticamente transforma a imagem do rosto do doador para que ela se mescle ao do destinatário. Isso não cria um vídeo de aparência realista porque, quando colocados em sequência, a imagem pisca.
Para solucionar isso, o sistema calcula a posição das duas faces para que a “costura” entre as imagens fique o mais discreta possível. O processo todo leva cerca de 2 minutos para produzir um vídeo de 10 segundos. A técnica exige apenas um computador comum e o software.
Veja o vídeo de como funciona a técnica aqui.
Com informações do site Revista Galileu.
Lancheira saudável – Limitar guloseimas ajuda no combate a obesidade
Ampla oferta de produtos hipercalóricos e menos atividade física nas horas de lazer são fatores que influenciam o aumento da obesidade infantil
Com um consumo maior doces, chocolates, frituras e refrigerantes, segundo dados do IBGE, os casos de obesidade mais do que quadruplicaram entre crianças de 5 a 9 anos nos últimos 20 anos, chegando a 16,6% (meninos) e 11,8% (meninas). E o cenário fica ainda mais preocupante por conta dos hábitos alimentares com poucas frutas e verduras, a ampla oferta de produtos hipercalóricos e a diminuição das atividades físicas nas horas de lazer.
“As guloseimas sempre serão o primeiro pedido de uma criança que já saboreou um doce. Fonte de açúcar, sódio e gordura, os doces precisam ser consumidos com muita moderação. Ou seja, os pais precisam limitar a quantidade e a frequência para no máximo 2 vezes por semana. Caso contrário, a criança pode aumentar a chance de ter excesso de peso, diabetes, aumento do colesterol e dos triglicerídeos”, explica a nutricionista Flávia Ferazzo Figueirêdo.
Aumentar o consumo de frutas e balancear o lanche levado para escola, assim como evitar que o jantar seja servido muito tarde são estratégias para evitar o acumulo de gordura. Afinal, uma refeição muito rica em lipídios (gorduras) aumenta o tempo da digestão, podendo também deixar a criançada agitada.
Segundo a nutricionista, na lancheira não pode faltar frutas ou sucos, Carboidratos e Proteínas. “E o ideal para o jantar é montar um cardápio balanceado com saladas, carnes magras, algum tipo de carboidrato e frutas, e consumi-lo 2 horas antes do horário de dormir para garantir um sono tranqüilo”, completa a nutricionista.
DICAS DE LANCHEIRA SAUDÁVEL
Opção 1: 3 bisnaguinhas integrais com blanquet de peru, suco natural de morango,1 maçã e 3 castanhas do Pará;
Opção 2: 5 cookies integrais, suco natural de caju,1 banana e 3 amêndoas;
Opção 3 - 3 torradas, 1 queijo processado, suco natural de acerola e 3 nozes.
Opção 4 - 2 fatias de pão integral com blanquet de peru, suco natural de laranja,1 kiwi e 3 castanhas de caju;
Opção 5 - 3 bisnaguinhas integrais com requeijão, suco de uva integral, morangos frescos e 3 macadamias.
Flávia Ferazzo Figueirêdo é nutricionista graduada pela Universidade Federal de Goiás. Especialista em Nutrição Clínica Funcional, participa do Grupo Longevidade Saudável (Nutrição na Modulação Hormonal Bioidêntica – Anti-aging).
Informações para a imprensa:
Danielle Flöter
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quarta-feira, novembro 30, 2011
Homossexuais questionam proibição de doarem sangue
Anvisa nega que impedir o ato de solidariedade para homens que tiveram relação com alguém do mesmo sexo seja discriminação
Samuel Caetano, estudante: “Optei em não esconder minha condição e fui impedido de doar sangue”
Por Andréia Bahia
Estudante de Letras, Samuel Caetano, de 19 anos, doa sangue desde que completou 18 anos e conhece bem o procedimento de triagem que envolve a doação: o voluntário passa por um exame clínico, pelo qual são medidas temperatura e pressão, e é verificada a existência de anemia antes de se se submeter a uma entrevista. Nas duas primeiras doações, Samuel foi interrogado por enfermeiras, que questionaram sobre sua orientação sexual e se havia tido relação com pessoas do mesmo sexo. Samuel é homossexual e tem um companheiro, portanto respondeu sim para as duas perguntas, o que não o impediu de doar sangue.
Mas a situação não se repetiu na terceira vez que Samuel se propôs a fazer a doação, em 11 de novembro deste ano. Ao ser entrevistado, o enfermeiro não perguntou sobre a orientação sexual de Samuel, mas questionou se ele havia mantido relação sexual com pessoa do mesmo sexo e há quanto tempo. Ele anotou a resposta na própria luva, uma vez que a entrevista se deu ao mesmo tempo em que o enfermeiro fazia os exames preliminares. Ao final, o estudante foi informado que não poderia doar sangue porque havia mantido relação homossexual nos últimos 12 meses. “Eu ainda perguntei se mesmo usando preservativo durante a relação sexual seria impedido de doar, ele me respondeu que a portaria não fazia referência a isso”, conta Samuel, que recebeu um documento que o colocava como inapto para doar sangue por ter mantido relação homossexual. “Eu fiquei chocado, assustado e revoltado porque optei em não esconder minha condição e fui impedido de doar sangue.”
O enfermeiro responsável pela triagem se baseou na portaria 1.353, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão do Ministério da Saúde que regula a coleta de sangue e preconiza o seguinte: “todos os doadores devem ser questionados sobre situações ou comportamentos que levem a risco acrescido para infecções sexualmente transmissíveis, devendo ser excluídos quem os apresentar.” E orienta a ser considerado inapto temporário por 12 meses “os homens que tiveram relações sexuais com outros homens e/ou as parceiras sexuais destes”.
Para Samuel, a portaria é homofóbica porque atinge exclusivamente os homossexuais. “Baseia-se em grupos de risco, um critério falho porque nem todo homossexual é promíscuo ou pudico. Deveria se avaliar o comportamento de risco dos voluntários, se fazem sexo seguro ou não, porque ser gay não é condição que define o caráter das pessoas.” A portaria 1.353, que entrou em vigor em junho deste ano e passou a regulamentar todos os procedimentos hemoterápicos, diz, em seu parágrafo 5º que “a orientação sexual (heterossexualidade, bissexualidade, homossexualidade) não deve ser usada como critério para seleção de doadores de sangue, por não constituir risco em si própria”. Todavia, manteve a restrição a homens que mantiveram relação com outros homens, o que inclui os homossexuais sexualmente ativos, que façam sexo com ou sem preservativo. A resolução anterior, de junho de 2004, continha a mesma proibição.
Para fugir da restrição, muitos homossexuais omitem a orientação sexual durante a entrevista. É o caso do estudante de 18 anos que prefere não se identificar justamente porque mentiu sobre sua homossexualidade. Segundo ele, nas duas primeiras doações de sangue perguntaram sobre a orientação sexual e, na última, questionaram se ele teve relação sexual com outros homens nos últimos 12 meses, como manda a portaria da Vigilância Sanitária. Portador de um sangue raro, B +, o estudante é sempre convocado a doar pelo banco de sangue e disse que vai continuar negando sua condição homossexual. “Porque acho que a triagem horizontaliza as condições. Deveriam observar o número de parceiro do voluntário e se ele faz sexo seguro porque o critério de ser gay e ter relação com homem é discriminatório.”
Tratamento igualitário
Essa é a linha de pensamento do movimento gay. Segundo o jornalista Liorcino Mendes, presidente da Associação de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais (LGBT), o que se busca é o tratamento igualitário para homo e heterossexuais. Ele sugere que qualquer cidadão que tenha praticado sexo sem preservativo seja impedido de doar sangue, uma vez que não existe mais um grupo de risco para a aids. “Não existe mais aquela faixa da década de 80, que incluía homossexuais, usuários de drogas e prostitutas. O que leva o Ministério da Saúde a concluir que o heterossexual não vai estar contaminado?” Na opinião de Liorcino Mendes, o heterossexual contaminado também representa um grande risco, haja vista que prefere fazer o teste de HIV em bancos de sangue e não no Centro de Testagem Anônima (CTA), da Secretaria Municipal de Saúde. “Ele doa sangue para sair dizendo que é negativo para o HIV.”
O risco de contágio por transfusão de sangue poderia ser reduzido se a Anvisa adotasse testes mais modernos, observa o jornalista. “Mas é mais fácil proibir a doação desse público mais vulnerável que implantar o NAT nos hemocentros.” O teste usado no Brasil é o Elisa (Ensaio de Imunoabsorção Ligado à Enzima), que detecta o vírus HIV em aproximadamente 22 dias após a infecção. Já o teste NAT (Teste de Ácido Nucleico), reduz o tempo de detecção do HIV para cerca de 11 dias porque investiga a presença do material genético do vírus e não a presença de anticorpos contra o vírus. Portanto, oferece um encurtamento da janela imunológica, período em que vírus permanece indetectável num indivíduo.
Essa janela é variável, pode se estender por menos ou mais tempo, daí a justificativa de 12 meses de abstinência sexual que a portaria exige de homens que têm relação homossexual. O movimento gay cobra do governo o fim do preconceito contra homossexuais definido na resolução da última Conferência Nacional de Saúde. “Que na triagem fosse observada a prática do sexo sem preservativo, independente da orientação sexual, e que fosse encaminhado para o CTA aquele que praticou sexo sem preservativo.” Além da implantação do NAT nos bancos de sangue.
A portaria da Anvisa considera, em seus critérios de seleção, que o maior índice de contaminação por HIV ocorre em homossexuais masculino. Dado que o infectologista Boaventura Braz de Queiroz, que dirigiu o Hospital de Doenças Tropicais por 13 anos, confirma. “O nível de prevalência de sorologia positiva em homens homossexuais é dez vezes maior que na população em geral.” Para o infectologista, a restrição prevista na portaria faz sentido. Ele chama a atenção para o fato de as pessoas usarem os banco de sangue para fazer teste de aids e outras doenças transmissíveis por transfusão de sangue de graça. Pessoas que eventualmente tiveram um comportamento de risco e querem saber se foram contaminadas. Nesse caso, elas omitem as informações que por ventura a impediriam de fazer a doação. “Não vão com interesse da doação, mas para saber se são soropositivo ou não.” Considerando a janela imunológica, elas podem sair com um resultado negativo, mas estarem contagiadas e o sangue contaminado vir a ser usado em pacientes. Boaventura defende que o Ministério da Saúde amplie as campanhas sobre o CTA, divulgando que o centro presta o mesmo serviço que o banco de sangue, com o mesmo sigilo, sem, no entanto, incorrer em risco de contaminação posterior de pacientes que receberão o material doado.
Além de homossexuais, há outras pessoas impedidas de doar sangue. Um folheto do Ministério da Saúde disponível no Hemocentro diz não podem ser doadores quem teve diagnóstico de hepatite após os dez anos de idade, pessoas expostas a doenças transmissíveis pelo sangue, como aids e doenças de Chagas, usuários de droga e aqueles que tiveram relacionamento sexual com múltiplos parceiros nos últimos 12 meses. A portaria 1.353 é mais específica e diz, por exemplo, que pessoas com história atual ou pregressa de uso de drogas injetáveis estão definitivamente impedidas de doar sangue. “Deverão ser inspecionados ambos os braços dos candidatos para detectar evidências de uso repetido de drogas parenterais ilícitas. A presença desses sinais determina a inaptidão definitiva do doador.”
O uso de anabolizantes injetáveis sem prescrição médica, crack ou cocaína por via nasal exclui o doador por 12 meses, assim como possuir piercing na boca ou na região genital e o candidato que teve alguma Doença Sexualmente Transmissível (DST). Prostitutas e pessoas que tenham feito sexo com um ou mais parceiros ocasionais ou desconhecidos ou que tenha sido vítima de violência sexual também entram na lista dos inaptos por 12 meses. São restrições que, apesar das questões éticas que envolvem, visam proteger quem vai receber o sangue.
Para o presidente da OAB, Henrique Tibúrcio, se há alguma justificativa técnica para se restringir a doação de sangue de algum grupo de pessoas, isso não é discriminação. “Se ele faz parte de um grupo em que o risco de contaminação é maior e isso torna a coleta inviável ou aumenta o custo do procedimento, uma vez que o material pode vir a ser descartado, não vejo como discriminação.” Assim como não é preconceito impedir a doação de sangue a pessoas com menos de 50 quilos ou que teve hepatite, afirma. “Seria preconceito contra os magrinhos?” Na opinião do advogado, a Anvisa está eliminado riscos e visando a saúde pública. “Não se trata de opção sexual, mas de comportamento sexual, mas se não houver razão técnica, seria desnecessária a restrição e discriminatória.”
Evitando mal entendidos
A seleção é feita por profissionais da saúde com curso superior. A enfermeira Tânia Aparecida de Paula Camargo, chefe da Divisão de Triagem e Coleta do Hemocentro, conta que todos os entrevistadores trabalham com a portaria da Anvisa para evitar mal entendido com o doadores, mesmo assim muitos candidatos que são impedidos de doar sangue acreditam que o Hemocentro está tolhendo o direito dele por preconceito. “Não se trata de preconceito e nós não podemos ser preconceituosos, usamos o critério previsto na legislação.” A pergunta: você teve relação sexual com outro homem é feita para todos os candidatos a doação. Se eles dizem a verdade ou não, Tânia diz que não cabe a ela julgar.
Mas para garantir o máximo de sinceridade, ela usa de sensibilidade. Faz perguntas do tipo: Você considera que seu sangue possa ser usado em qualquer pessoa da sua família? Ou, se acidentasse qual sangue gostaria que fosse usado em você? “A sinceridade da pessoa é mais importante que o exame porque não existe 100% de segurança em nenhum procedimento”, afirma a enfermeira. Cerca de 20% dos candidatos são impedidos de doar por diversas razões.
Tânia conta que o trabalho de conscientização feito pelos entrevistadores muitas vezes sensibiliza o voluntário que omite alguma informação que o colocaria em situação de risco de contaminação. Nesse caso, conta, eles se autoexcluem da doação em um documento que lhes é fornecido após a coleta no qual é perguntado se o sangue deles deve ser usado em transfusão. Muitos dizem que não. Nesse caso, os testes são feitos com a amostra, mas o sangue é descartado.
Tânia discorda que os testes feitos no Hemocentro sejam menos sensíveis, como afirma Liorcino Mendes. Ela conta que os bancos de sangue utilizam métodos muito mais avançados que os laboratórios, o que explica o grande número de exames que precisa ser refeito devido a resultados falsos-positivos, quando um resultado de algum teste dá negativo devido as suas características mas na verdade o resultado é positivo. A enfermeira nega também que seria possível reduzir a janela imunológica com testes mais sensíveis, haja vista que ela muda de pessoa para pessoa. “Doze meses é o período que o Ministério da Saúde preconiza como seguro.”
A primeira vista, o juiz Ari de Queiroz não percebe nenhum tipo de discriminação na portaria da Anvisa. “Trata-se de prevenção, cuidado e interesse público”, avalia. Ele se baseia em divulgações tecno-científicas de organismos nacionais e internacionais de saúde pública que dão conta que existem grupos mais propensos à contaminação de HIV e dentre eles estão os homossexuais masculinos. “Com base nesse dado estatístico, a precaução demostra bom senso.” Em algum caso particular, observa o juiz, uma pessoa nessa condição poderia doar sangue, mas de forma genérica ele acha correta a proibição. “O Estado agiu com a devida prudência que se espera do poder público, que responde por eventual dano que o procedimento pode vir a causar.” E a indenização nem sempre devolve o que o paciente que recebeu sangue contaminado perde, observa Ari Queiroz.
O cunho discriminatório da restrição a homossexuais de doar sangue já foi alvo de uma ação do Ministério Público Federal e teve como base a Portaria 153/2004 da Anvisa, que preconizava o interrogatório sobre a opção sexual do candidato e vedava a doação a homossexuais. Em 2008, a Justiça Federal julgou a ação improcedente, visto que a portaria se baseava em dados técnico-científicos para impor tal impedimento. A nova portaria, de junho deste ano, eliminou o questionamento sobre orientação sexual, mas estabeleceu sobre as relações sexuais dos voluntários. “Se o critério é discriminatório ou científico deverá ser decidido pelos tribunais”, observa o promotor Maurício Gebrim.
Se não houver embasamento científico, afirma, a medida é discriminatória e, portanto, inconstitucional. “A não ser que a autoridades reconheçam que os exames não tenham confiabilidade e o impedimento resulte em proteção para a sociedade.” Gebrim afirma que cuidados sob o manto de se prevalecer a igualdade não podem colocar em risco toda a sociedade. “Certas situações têm que ser aceitas, mas não se pode aceitar critérios discriminatórios.” A princípio, o promotor percebe “um fundo de discriminação, como se todo homossexual tivesse uma vida desregrada”. Segundo ele, há que se comprovar o fundamento científico, uma vez que não se pode aceitar a exclusão unicamente por achismo.
Pesquisa da Fundação Pró- Sangue feita em três hemocentros de São Paulo, Minas e Pernambuco entre 2007 e 2008 e divulgada em janeiro deste ano indica que o risco de contrair HIV em transfusões de sangue no Brasil é 20 vezes maior do que nos Estados Unidos. De acordo com o estudo, uma em cada 100 mil bolsas de sangue do país pode estar contaminada, em 2006 a proporção era de uma para cada 60 mil bolsas. Nos EUA, a relação é de 1 para cada 2 milhões de bolsas. Os dados indicam que entre 30 e 60 pessoas por ano podem ser contaminadas por sangue doado no Brasil
FONTE: Fotos: Fernando Leite /Jornal Opção
segunda-feira, novembro 28, 2011
Jovens querem deixar de fumar
Seis mil portugueses ‘pedem’ ajuda via internet
A campanha continuará até 2013
Seis mil jovens portugueses procuraram ajuda para deixar de fumar através da Internet, avança a LUSA. Estes fumadores recorreram a espécie de médico virtual que avalia o grau de dependência e faz o acompanhamento do fumador.
A plataforma resulta de uma campanha da Comissão Europeia, «Os Ex-fumadores são Imparáveis», lançada em Junho e que continuará até 2013.
A ajuda é gratuita e “tem vindo a registar um forte impacto na população europeia, nomeadamente nos mais jovens”, afirmam os promotores da iniciativa.
Os dados do balanço dos primeiros cinco meses de campanha, apresentados hoje por estes responsáveis, revelam que mais de um milhão de europeus dos 27 estados membros acederam às páginas da campanha no Facebook e mais de 151 mil registaram-se na plataforma iCoach.
Em Portugal, as redes sociais foram um veículo privilegiado e a campanha chegou a milhares de fumadores, especialmente aos mais jovens, 70 por cento dos fumadores que procuraram ajuda têm entre os 18 e os 35 anos.
Em apenas cinco meses registaram-se um total de 5.882 portugueses na plataforma, o que equivale a quatro por cento do total dos europeus que aderiram a este novo método de ajuda para deixar de fumar.
O estudo dos primeiros meses da campanha «Os Ex-fumadores são Imparáveis» avaliou também as diferenças entre os aderentes ao programa, em Portugal, por género, formação escolar e ocupação: 59 por cento dos portugueses é do sexo masculino, 67 por cento tem emprego, 14 por cento está desempregada e 11 por cento são estudantes.
segunda-feira, novembro 21, 2011
Número de pessoas com HIV chega a 34 milhões no mundo, diz ONU
Número de pessoas com HIV chega a 34 milhões no mundo, diz ONU
Em 2010, houve 2,7 milhões de novas infecções e 1,8 milhão de óbitos.
Unaids divulgou novo censo de soropositivos nesta segunda-feira (21).
As Nações Unidas divulgaram nesta segunda-feira (21) que 34 milhões de pessoas no mundo conviviam com o vírus HIV, que pode causar a Aids, até o fim de 2010. O novo balanço de soropositivos foi divulgado nesta segunda-feira (21) pela Unaids, braço da organização que mantém estatísticas e iniciativas sobre a doença. O número recorde, segundo a agência, se deve ao prolongamento cada vez maior da vida de pessoas contaminadas, graças aos avanços nas terapias contra doença.
No ano passado, foram 2,7 milhões de novas infecções pelo HIV e 1,8 milhão de óbitos por conta de complicações ligadas à Aids.
No Brasil, dados atualizados sobre infecções e mortes serão divulgados pelo Ministério da Saúde no dia 1º de dezembro, dia mundial de luta contra a doença. A Unaids destacou o papel do país ao atender pacientes "mais vulneráveis e marginalizados".
O número de mortes ligadas à Aids no mundo caiu 21% desde 2005. Novas infecções anuais pelo HIV diminuíram 21% desde 1997.
Para Michael Sidibé, diretor executivo da Unaids, mesmo com a crise financeira mundial, o combate à doença não sofreu grandes consequências. Segundo a agência, o acesso a tratamento poupou 2,5 milhões de vidas desde 1995.
Na América Latina, os números da epidemia continuam estáveis, de acordo com a Unais, com uma média de 100 mil novos casos de infecção a cada ano desde 2001. As mulheres são um terço das pessoas infectadas até 2010.
Informações da Unaids e da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que 47% dos 14,2 milhões que teriam direito a tratamento realmente utilizam terapia antirretrovival.
O acesso aumentou em 1,3 milhão de pessoas desde 2009. Esse universo de pessoas vive em uma lista de países considerados pela Unaids e pela OMS como de "baixa e média renda", com nações como o Brasil, a Argentina e o México.
As quedas nas infecções anuais e nas mortes aconteceram por causa da melhora no atendimento contra a doença em nações africanas como Etiópia, Nigéria, Zâmbia e Zimbábue. Já na África do Sul houve uma redução de um terço no número de pessoas que contraíram o vírus desde 1997 - o país é o líder no ranking de soropositivos, com 5,6 milhões de habitantes vivendo com o vírus atualmente.
No Caribe, as novas infecções também caíram cerca de 33% em comparação com os níveis de 2001. Os avanços principais ocorreram na Jamaica e na República Dominicana, locais onde a incidência da doença caiu em até 25%
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Do G1, em São Paulo
quinta-feira, outubro 27, 2011
Suspeita de vírus tipo 4 preocupa vigilância ambiental de Alta Floresta
Inicio do período chuvoso vem acompanhado de preocupações junto a Vigilância Ambiental, o controle de endemias no município de Alta Floresta, no Norte de Mato Grosso. M medo se deve a suspeita da existência do vírus 4 da dengue. Para identificação do transmissor, uma pesquisa teve inicio esta semana no município. “É uma pesquisa pra saber que tipo de vírus esta circulando na nossa cidade, principalmente o vírus da dengue, nós temos o vírus 1, vírus 2, vírus 3 e o vírus 4, principalmente pra saber se o vírus 4 esta na região. As pessoas que tem os sintomas da dengue, ao chegar na unidade de saúde o medico vai estar encaminhando para fazer o isolamento viral”, falou o coordenador do programa.
A pesquisa esta sendo realizada nos sete municípios que compões a região, segundo José Aparecido, não há relatos do vírus 4 na região, mas há motivos para se preocupar, “Porque a nossa população ainda não esta imune a esse vírus, é um vírus novo pra nossa realidade hoje, é um vírus antigo, mas na nossa cidade ele é novo, então se tiver alguém aqui com esse tipo de vírus, pode ter uma grande parte da população doente, essa é a preocupação”.
Há um alto índice de focos de larva no município, porem em relação ao ano anterior, houve uma redução, “Desde o inicio do ano, ate agora, nós tivemos 207 notificações de casos suspeitos de dengue, desses 207 nós coletamos amostra de uma media de 50 pessoas e foram enviados ao MT Laboratório, e destas nós tivemos somente 7 positivas”, frisou José Aparecido.
“Nós temos setores em nossa cidade que estão com o índice bastante alto, Boa Nova, Bom Jesus, setor RI e o setor A, então são setores que está bastante alto a infestação do mosquito”, relata o coordenador, pedindo a conscientização da população, “Esse trabalho é constante e continuo, então não tem como só o nosso agente estar trabalhando essa questão, tem que ser uma força de todas as pessoas porque a dengue ataca todos”.
Eliza Gund -de Alta Floresta
quarta-feira, setembro 21, 2011
Brasil ‘descumprirá meta do milênio para mortalidade materna’
Combate à mortes por complicações do parto ou da gestação trouxe avanços lentos
O Brasil deixará de cumprir uma das chamadas metas do milênio para a saúde pública porque o ritmo de redução na mortalidade materna foi medíocre na última década, indica um estudo publicado nesta terça-feira na Grã-Bretanha.
Embora o país tenha avançado na redução da mortalidade de mulheres por conta de complicações com o parto ou a gestação, o lento ritmo de melhora significa que o país chegaria com 25 anos de atraso às metas que deveria cumprir já em 2015.
A pesquisa foi coordenada pelos professores Rafael Lozano e Christopher Murray, do Instituto de Métrica e Avaliação da Saúde (IHME, na sigla em inglês) da Universidade de Washington, Seattle, nos Estados Unidos, e publicada na revista científica britânica The Lancet.
Os pesquisadores calcularam estimativas para o ano de 2011 levando em conta fontes de dados relevantes que haviam ficado de fora de análises anteriores, como registros de nascimento e óbito, pesquisas nacionais, censos e levantamentos feitos pelas autoridades de saúde.
Segundo as estimativas mais recentes, mais de 65 mulheres em cada 100 mil parturientes morrem no Brasil em decorrência de problemas na gestação ou no parto. Nos últimos onze anos, quando o mundo viu uma redução anual de 3,6% nesta estatística, no Brasil o ritmo foi de apenas 0,3%.
Um dos autores do estudo, Haidong Wang, professor-assistente de Saúde Global do IHME, disse que o combate à mortalidade materna teve bons resultados no Brasil entre 1990 e 2000. No período, a taxa caiu de 85,9 para 67 em cada 100 mil, uma redução anual de cerca de 2,5%.
Entretanto, disse Wang, esse avanço foi contido na década seguinte pela epidemia de gripe H1N1 e pela alta percentagem de mulheres que fazem partos cesarianos, nos quais há maior risco de complicações que podem levar à morte.
País é apontado como ‘história de sucesso no combate à mortalidade infantil’
– Quando a epidemia de gripe se espalhou, em 2009, matou muitas mulheres que, se não estivessem grávidas, teriam uma grande chance de ter sobrevivido –, afirmou.
– A epidemia de H1N1 foi um alerta pela necessidade de dar mais atenção tanto a doenças infecciosas, que podem afetar as mulheres durante a gravidez, como a outros fatores crônicos como obesidade.
Metas do milênio
O estudo avaliou o avanço dos países emergentes no cumprimento de duas das metas do milênio, que os países se comprometeram a cumprir até 2015.
Globalmente, a pesquisa estima que o número de mortes relacionadas ao parto caiu de 409 mil para 273 mil entre 1990 e 2011. As mortes de crianças com menos de cinco anos de idade diminuíram de 11,6 milhões para 7,2 milhões no mesmo período.
Apesar do avanço, apenas nove de 137 países emergentes fizeram progressos suficientes para alcançar os objetivos nestas duas áreas: China, Egito, Irã, Líbia, Maldivas, Mongólia, Peru, Síria e Tunísia.
Como o Brasil, 124 chegarão a 2015 sem ter reduzido em 75% a mortalidade materna entre 1990 e 2015, estimam os pesquisadores.
Já o objetivo de diminuir em dois terços a mortalidade entre crianças menores de cinco anos entre 1990 e 2015 seria alcançada por 31 nações emergentes.
No aspecto da mortalidade infantil, o Brasil é apontado como uma “história de sucesso”.
A pesquisa estimou em 1990 o Brasil tinha uma mortalidade infantil entre crianças menores de 5 anos de 53 para cada mil nascidas vivas. Dez anos depois a taxa havia caído para 31,5 e chegou neste ano a 20,9.
Em números absolutos, isso significa que a mortalidade tirou a vida de 193 mil crianças em 1990 e deve tirar a de 63 mil neste ano.
– Achamos que parte disso tem a ver com o esforço do governo de prover acesso universal à saúde. Foi depois da implementação deste princípio na Constituição de 1988 e na reforma de 1996 que registramos a taxa mais rápida de declínio nas mortes de crianças com menos de cinco anos –, afirmou Wang.
Jornal Correio do Brasil
sexta-feira, agosto 26, 2011
Cientistas descobrem bactéria que impede mosquito de transmitir à dengue
Uma pesquisa realizada na Austrália, pela Universidade de Queensland, desenvolveu uma nova técnica que pode revolucionar o combate ao mosquito da dengue e sua transmissão. Os cientistas descobriram que uma bactéria chamada Wolbachia pipientis pode impedir que o mosquito Aedes aegypty adquira o vírus responsável pela dengue, desta forma ele passa a não transmitir mais a doença quando pica o ser humano.
Essa bactéria é transmitida de mãe para filho, então os pesquisadores infectaram os ovos do mosquito em laboratório e em médio ou longo prazo, a bactéria se espalhará a toda a população de mosquitos. A ideia dos cientistas é espalhar os mosquitos que possuem a bactéria na natureza para que eles repassem aos demais, freando assim a transmissão da doença.
Este tipo de mecanismo já havia sido descrito anteriormente em 2009, em uma pesquisa, no entanto os resultados conseguidos com a pesquisa deste ano e que foram publicados nesta quarta-feira (24) trazem novidades importantes, que aperfeiçoaram as técnicas de combate a dengue.
Segundo pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz, que participaram da pesquisa australiana, os estudos foram feitos com subtipos diferentes da bactéria. No primeiro trabalho foi atingido o resultado esperado, que era barrar a transmissão do vírus da dengue nos mosquitos. Mas, os insetos passaram a apresentar problemas em suas funções, logo seria impossível soltá-los na natureza. Na segunda tentativa, os resultados foram bons e os mosquitos ainda ficaram saudáveis e os mosquitos foram soltos no meio ambiente e conseguiram retransmitir a bactéria para os demais insetos e conseguiram frear o contagio pela dengue.
quarta-feira, maio 04, 2011
Chico Galindo afasta "Máfia da Ortopedia" do Pronto Socorro
Os profissionais denunciados por envolvimento em um esquema de venda de cirurgias, furto de medicamentos e comercialização de receitas controladas, que acontecia dentro do Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá (HPSMC), foram afastados do cargo. Ao todo eram 8 pessoas, dos quais 2 médicos, 4 técnicos, bem como o diretor da unidade Jair Gimenes Marra, e a gerente de internação, Mariana Penha Rosa.
O prefeito de Cuiabá, Francisco Galindo, informou que os envolvidos contratados serão exonerados, já os concursados perdem o cargo comissionado e ficam afastados até a conclusão de um processo disciplinar que pode resultar em demissão. O procedimento é feito pela Corregedoria do Município.
A gerência do Pronto-Socorro será ocupada agora por uma comissão com plenos poderes. O grupo será formado pelos secretários de Saúde, Antônio Pires, e governo, Lamartine Godoy, 3 pessoas do quadro da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e a ouvidora Geral, Adriana Venturoso.
Entre as atribuições da comissão está a revisão dos procedimentos de cirurgia, compra de medicamentos e estoque.
Crime - O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), que pertence ao Ministério Público Estadual (MPE), indiciou 9 pessoas por participarem da venda de vagas para cirurgias no Sistema Único de Saúde (SUS). Os servidores cobravam entre R$ 300 e R$ 1,5 mil para pacientes "furarem" a fila.
Parte das vítimas era abordada pelos técnicos, que vendiam cirurgias particulares dentro da rede conveniada. Os médicos também cobravam do usuário do SUS e ainda emitiam a Autorização de Internação Hospitalar (AIH). Assim, ganhavam a propina do paciente pelo serviço e depois recebiam dos cofres públicos o procedimento.
As investigações mostraram que os técnicos furtavam medicamentos, como adrenalina e morfina, do estoque do PS e comercializavam.
Eles também vendiam atestados médicos e receitas para compra de medicamentos controlados. O valor cobrado era entre R$ 7 e R$ 15.
Os diretores da unidade foram indiciados por prevaricação. Conforme a denúncia, eles tinham informações sobre o esquema, mas nunca fizeram nada de concreto para resolver. (Caroline Rodrigues/A Gazeta)
por Sandra Carvalho
segunda-feira, abril 18, 2011
Nosso corpo diz muito sobre nós
Você sabe como deve ser a postura em dinâmicas?
Muitas vezes os gestos passam despercebidos pelos candidatos e eles nem se dão conta do quanto podem se prejudicar. Isso acontece porque o corpo traz traços marcantes e os selecionadores são treinados para ler esses sinais.
Os movimentos corporais são responsáveis por 55% de nossa comunicação, enquanto o tom da voz corresponde a 38% e as palavras 7%. Ou seja, nossa linguagem não verbal causa um maior impacto.
Dessa maneira, a preocupação com o modo de se portar deve ser constante. "Em um processo, analisamos o pretendente à vaga a partir da união de sua fala e de como ele se comporta", explica a colaboradora de Recrutamento e Seleção do Nube, Carolina Lima Pereira Dias.
Assim, não é incomum ver os estudantes se preocuparem demais com o discurso e se esquecerem de suas atitudes físicas. Evite cometer esse erro. "Pesquisar sobre etiqueta corporativa ou como se portar em uma entrevista de emprego é fundamental para determinadas "gafes" não ocorrerem", afirma Carolina. Portanto, na hora da seleção lembre-se: os movimentos podem ser seus grandes aliados para transmitir a mensagem desejada.
Veja algumas definições sobre nossos gestos:
- as mãos: aperto frouxo pode demonstrar medo de envolvimento. Na hora de cumprimentar prefira ser firme, pois dessa forma mostrará não ter nenhum tipo de restrições. Ao decorrer da avaliação não as deixe no bolso, isso pode causar má impressão.
- os pés: se estiverem voltados ao facilitador é capaz de indicar interesse por ele. Se posicionados para a porta, poderá parecer vontade de ir em direção a ela.
- os braços: é preferível mantê-los soltos e não há problemas em gesticular de vez em quando. Não é aconselhável colocá-los para trás.
- os cotovelos: caso os ponha apoiados, parecerá estar se sentindo invadida. Procure conservá-los esticados.
- os cabelos: puxá-los arremete a sua busca por alguma ideia.
As gesticulações dizem muito sobre a personalidade. De tal modo, quem conseguir lidar de forma racional com elas, com certeza estará mais preparado. Para ajudar os candidatos, nesse momento tão difícil, a TV Nube foi atrás de dicas consideradas importantes pelos recrutadores. Para eles, uma boa forma para conhecer seus hábitos corporais é treinar em frente ao espelho. Para saber mais assista ao vídeo feito pela equipe de jornalismo do Nube: Nosso corpo diz muito sobre nós.
Sobre o Nube
Há 12 anos no mercado, o Nube é um agente de integração responsável pelo processo de estágio e aprendizagem desde o cadastramento do estudante até a sua efetivação pela empresa. Possui 5 mil empresas clientes, 8,5 mil instituições de ensino conveniadas em todo o país e já colocou mais de 250 mil estagiários e aprendizes no mercado de trabalho. Também administra toda a parte legal e realiza o acompanhamento do estagiário e do aprendiz por meio de relatórios de atividades.
Anualmente, são realizadas 6 milhões de ligações, enviados 1,2 milhão de SMS e encaminhados 360 mil candidatos. O banco de dados conta com 2,2 milhões de jovens cadastrados e todos podem concorrer às milhares de oportunidades de estágio e aprendizagem oferecidas mensalmente. O cadastro é GRATUITO e pode ser feito no site www.nube.com.br
O estudante pode ser nosso seguidor no Twitter (@nubeestagios) e acompanhar notícias diárias de ações, vagas, palestras e muito mais. Também temos um espaço para tirar quaisquer dúvidas sobre estágio, aprendizagem ou carreira no Formspring (www.formspring.me/nubeestagios) e um canal no Youtube (www.youtube.com.br/nubeestagios) onde o internauta pode acompanhar todas as nossas atividades e orientações em vídeos sobre a inserção do jovem no mercado de trabalho. Além disso, temos um perfil no Orkut (Nube Estagiários e Aprendizes) e no Facebook (www.facebook.com/nubestagios).Por Mauro de Oliveira
sábado, abril 02, 2011
Spa Week 2011 terá pilates, hidroginástica e bronzeamento
Veja a seleção de 20 tratamentos oferecidos na quarta edição do evento, que começa hoje 2 de abril
Lívia Machado, iG São Paulo
Que tal uma massagem com rosas vermelhas?
Foto
Tratamentos de beleza, relaxamento e agora, condicionamento físico, podem ser testados em mais de 100 Spas de São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro e Santa Catarina, durante a Spa Week, que acontece do dia 02 a 16 de abril.
Durante o evento, os participantes oferecem três opções de serviços, entre massagens, limpeza de pele, bronzeamento artificial e até aulas de pilates ou hidroginástica, todos pelo mesmo valor: 70 reais.
Em sua quarta edição, a semana de cuidados com o corpo amplia o alcance com a inclusão de Santa Catarina no circuito. Segundo Gustavo Albanesi, presidente da Associação Brasileira de Clínicas e Spas (ABC Spas), tal participação faz parte da estratégia de expansão do Spa Week para o Brasil. “A Cada edição teremos um estado novo, levando o bem-estar para todas as regiões do país.”
Além de diversificar o cardápio de cuidados com a saúde, a quarta edição terá atividades em redes sociais como facebook e twitter. Durante a semana, os seguidores serão atualizados com informações sobre os patrocinadores, que concederão brindes aos participantes.
Para facilitar o acesso aos Spas, foi desenvolvido um aplicativo para iPad e iPhone que promete ajudar os clientes a localizar os Spas participantes.
O evento começa no sábado, mas para participar, é fundamental agendar o tratamento escolhido com antecedência. Quem deseja garantir um momento de paz no dia corrido, deve reservar um horário o quanto antes.
Abaixo, selecionamos 20 tratamentos oferecidos pelo evento, divididos em quatro categorias: Relaxantes, Beleza, Retenção de líquido e queima de gordura e Condicionamento físico
Relaxantes:
Banho Água Mineral e Bolhas de Ouro
Banho de imersão em águas minerais ricas em bicarbonato de sódio das montanhas de Campos do Jordão, que traz equilíbrio ao PH de sua pele, tendo seu efeito potencializado com a utilização do óleo essencial de lavanda e óleo de palma em uma Jacuzzi, decorada com bolhas douradas flutuantes.
São Paulo
Rede Shishindo
Shishindo Blue Mountain (SP)
Rua Dr José Mestres, 2145
Jardim Embaixador, Campos do Jordão, SP
(12) 36695200
Shishindo Ilha Bela (SP)
Rua José Pacheco do Nascimento, 10124
Ilhabela, Ilhabela, SP
(15) 32624148
Shishindo Porto Feliz (SP)
Rodovia Marechal Rodon, km 127,5
Estrada do Chapadão, Porto Feliz, SP
(15) 32624148
Candle Massage
As velas são acesas e aquecidas até entrarem em estado líquido. Depois, são derramadas no corpo e realizada massagem com deslizamento e compressões, para que o corpo absorva o produto. Massagem relaxante, que promete hidratar a pele.
Santa Catarina
Dom Vitale
Rua Julio Roussenq Filho, 511
Jardim América, Rio do Sul, SC
(47) 3521-9797
Energy Treatment
Esfoliação corporal realizada com o auxílio de uma luva específica, que promove renovação celular e preparar a pele para receber os benefícios dos óleos e cremes corporais, utilizados na drenagem linfática, realizada na sequência. Os movimentos suaves auxiliam o sistema linfático no direcionamento do excesso de líquidos acumulados e, consequentemente, na eliminação de toxinas.
São Paulo
Innovare Bem Estar
Rua São Paulo, 844
B. Santo Antônio, São Caetano do Sul, SP
(11) 4221-9556
(11) 2376-7003
Beleza:
Bronzeamento Magic Tan
Bronzeamento de alta-duração proporcionando a cor de um bronzeado natural e de secagem rápida. O produto não tinge a pele. Segundo o estabelecimento, a aplicação por meio de sprays (o cliente fica em pé em uma cabine), provocará uma reação na camada superficial da pele fazendo com que o corpo produza a cor, gerando um resultado natural similar ao sol. (recomendada pelos dermatologistas como a forma mais segura de bronzeamento).
São Paulo
Espaço Guedala
Av. Jorge João Saad , 236
Morumbi, São Paulo, SP
(11) 3722-2722
Lifting para seios
Técnica de drenagem para modelar, definir e tonificar os seios e o peitoral. Também promete prevenir a a flacidez.
São Paulo
HARA
Av. Europa, 140
Jardim Europa, São Paulo, SP
(11) 3067-5555
(11) 3062-5092
LPG
Aparelho usado pelas principais celebridade de Hollywood, entre elas, Angelina Jolie. Tratamento facial promete corrigir linhas e rugas, flacidez de pele, além de suavizar olheiras e previnir bolsas. O aparelho funciona com vácuo e massageadores promovendo estímulos, melhorando a qualidade da pele e estimulando a produção de colágeno e elastina.
São Paulo
Otris Spa Urbano
Rua Ceará, 470
Higienópolis, São Paulo, SP
(11) 3666-7012
Esfoliação Corporal e Máscara Facial de Argila
A esfoliação corporal remove as células mortas do corpo deixando a pele macia e hidratada além de ativar a circulação. A máscara facial de argila tonifica e suaviza a pele.
São Paulo
Oxygen-SPA
Rua Paulistânia , 309
Vl. Madalena, São Paulo, SP
(11) 3774-0898
Ritual de Beleza
Um cuidado para o rosto que inclui: avaliação, esfoliação, hidratação e drenagem seguidos da aplicação de máscara nutritiva e cromoterapia para equilíbrio energético.
São Paulo
Mantra Estética & SPA Urbano
Rua Celso de Azevedo Marques, 395 - sala 105
Mooca, São Paulo, SP
(11) 2076-8140
Hidratação com DMAE
O DMAE (dimetilaminoetanol) proporciona uma hidratação e melhoria do tônus cutâneo do rosto. É um antioxidante da membrana plasmática celular, que renova e suaviza a pele. Indicado para peles desvitalizadas com deficiência de tônus, flacidez e rugas.
São Paulo
Spa Sport
Estrada Municipal Santa Inês , 5000
Itu, Itu, SP
(11) 4022-3592
Peeling de Diamante
Esfoliação da pele do rosto para remover células mortas faciais. Assessora a remoção de pigmentação (manchas) e rugas finas.
Rio de Janeiro
Trat SPA Urbano
Rua José Marcelino de Camargo, 1041 - Sala 909
Centro, Barra Mansa, RJ
(24) 3323-5568
Queima de gordura e retenção de líquidos
Manthus Plus + Dreno Modeladora
A união de dois tratamentos para diminuição da gordura localizada e celulite nas áreas trabalhadas.
São Paulo
SPA Realleza
Av. Dr. Cândido Motta Filho, 846
Vl. São Francisco, São Paulo, SP
(11) 3714-7353
Bambuterapia Drenante - Spa Toninha Nunes
Técnica feita com bastões de bambus e óleos especiais com movimentos drenantes. Promove a eliminação de toxinas, proporciona relaxamento e bem estar. Indicado para redução de medidas, estresse e retenção de líquidos.
São Paulo
Toninha Nunes
Av. Santa Inês , 1268
Mandaqui, São Paulo, SP
(11) 2953-0034
Drenagem com pedras semi-preciosas
Potencializa a drenagem, com o efeito das pedras. Relaxa, desincha e modela.
São Paulo
HARA
Av. Europa, 140
Jardim Europa, São Paulo, SP
(11) 3067-5555
(11) 3062-5092
Drenagem Linfática Aquática
Aparelho colocado dentro de uma piscina trabalha os movimentos nos membros superiores e inferiores, além da região abdominal, por meio de jatos de água. As manobras ajudam na função hídrica, e realizam, além da drenagem linfática, relaxamento muscular.
São Paulo
SPA Recanto
Sítio do Chuca, s/n
Guaxatuba, Cabreuva, SP
(11) 4528-0200
Drenagem Turbinada
É uma massagem que utiliza um rolo de origem francesa, constituído de dedos pressionadores e ventosas sugadoras, usados para nas regiões dos glúteos, coxas e abdome.
São Paulo
SPA Equilíbrio
Unidade Morumbi
Av. Jorge João Saad, 1200
Butantã, São Paulo, SP
(11) 3776-0000
Unidade Jardim Sul
Rua Dr. Fonseca Brasil, 195
Vl. Andrade, São Paulo, SP
(11) 3772-4898
Hiperbárica
Procedimento utiliza fluxo de ar tratado e purificado sob elevada pressão. Sua aplicação promove estimulação da microcirculação dos tecidos, da pele e gordura. Trata a celulite, gordura localizada e estrias.
São Paulo
Levitas
Av. República do Líbano, 874
Ibirapuera, São Paulo, SP
(11) 3054-7922
Sessões de Pilates
Técnica de reeducação do movimento, composto por exercícios com base na anatomia humana, capazes de restabelecer e aumentar a flexibilidade e força muscular, melhorar a respiração, corrigir a postura e prevenir lesões.
Santa Catarina
SPA Urbano Eva Hermann
Rua Victor Konder, 413
Victor Konder, Blumenau, SC
(47) 3340-2356
Sessões de Plataforma de exercícios
O exercício vibratório que aciona as fibra musculares.
Santa Catarina
SPA Urbano Eva Hermann
Rua Victor Konder, 413
Victor Konder, Blumenau, SC
(47) 3340-2356
Aono Pilates com Massagem
Aula de pilates seguida por uma massagem relaxante.
São Paulo
Espaço Aono
Av. Brigadeiro Luis Antônio, 3745
Jardim Paulista, São Paulo, SP
(11) 5051-2206
Hidroginástica - Valor de 8 aulas, 2 x por semana.
Atividade aeróbica considerada de baixo impacto por não forçar os joelhos e as articulações. Melhora a capacidade aeróbica, resistência cardiorrespiratória, coordenação motora e flexibilidadeO gasto calórico é de aproximadamente 400 calorias.
Paraná
Naga SPA
Rua Comendador Araújo , 499
Centro, Curitiba, PR
(41) 3017-9900 Ramal 7071
Para saber sobre outros tratamentos, confira no site da Spa Week.

